quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Clipping da Brigada Militar do RS





                                                  ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA
 BRIGADA MILITAR - ESTADO MAIOR
P M - 5

          CLIPPING DE TERÇA-FEIRA,

 12 DE JANEIRO DE 2016

  


NA MORAL (INFORME ESPECIAL, PÁGINA 2) A Brigada Militar prendeu mais de 100 mil pessoas em 2015 no Rio Grande do Sul. Apesar da crise, a corporação segue trabalhando.

DIREITO DE PERGUNTA (INFORME ESPECIAL, PÁGINA 2) Brigadiano cedido e acostumado ao ar-condicionado dos gabinetes agüenta o calor da rua?

TRÊS PESSOAS BALEADAS EM ASSALTO A CASA EM SANTA TEREZA, NA SERRA (PÁGINA 19) Dois criminosos deixaram três pessoas baleadas e levaram um jovem como refém na manhã de ontem em Santa Tereza, município distante 28 quilômetros de Bento Gonçalves, na Serra. Antonio Girotto, 65 anos, foi baleado no braço e teve um corte profundo na testa. A mulher dele, Navelina Girotto, 60 anos, levou cinco tiros – três na barriga, um no braço e um em uma das mamas. Uma das filhas do casal, Kátia Girotto, 29 anos, foi atingida no ombro, e o projétil alojou-se no pulmão. Eles foram levados para o Hospital Tacchini, em Bento Gonçalves, onde seguiam internados até a noite de ontem. Giovani Dallé, 27 anos, vizinho dos Girotto, foi levado refém e ficou sumido até as 20h, quando telefonou para familiares avisando que estava bem. Segundo Leonir Lava, 43 anos, cunhado de Kátia, as vítimas contaram parte do que ocorreu: “Os ladrões chegaram por volta das 9h e amarraram os três. Eles exigiam dinheiro e obrigaram a Kátia a ingerir bebida alcoólica”. Não se sabe quando as vítimas foram baleadas. Por volta das 13h, um dos ladrões foi até a casa de Dallé, e fugiu no Celta branco da família, levando-o junto. Nesse meio tempo, Navelina, já baleada, conseguiu ir até a residência de outro vizinho, distante cerca de 400 metros, para pedir ajuda. Não se sabe como a idosa, que precisou atravessar um riacho ferida, conseguiu se desamarrar. “Ela caiu de joelhos. Dizia que na casa estavam a filha morta (Kátia, que sobreviveu) e que o marido brigava com um assaltante. Ela tinha muita dor”, lembra a moradora que socorreu a idosa e pediu para manter a identidade preservada.Outro vizinho, que também não quis ser identificado, viu um homem de capacete chegar a pé e ser cercado pelos cães dos Girotto: “Sempre tem movimento na casa. O que me chamou mais a atenção foram os cachorros latindo”.Nas horas seguintes, nenhum movimento estranho foi notado.Os agricultores têm dois casais de filhos. Até a noite de ontem, a polícia não tinha suspeitos. SANTA TEREZA

SÓ DOIS PMs PARA 1,8 MIL HABITANTES (PÁGINA 19) Cidade acostumada a registrar pequenos furtos e com pouco policiamento como tantas outras no interior do Estado, Santa Tereza se assustou com o assalto de ontem. O pânico tem justificativa: nenhum assalto à mão armada havia sido registrado em todo o ano passado. Em 2014, ocorreram 19 furtos, contra 22 até setembro de 2015, segundo dados da Secretaria da Segurança Pública. A reportagem apurou que apenas dois policiais militares (PMs) ocupam o posto na área central, enquanto o medo tem se alastrado pelo interior da cidade. Linha Pederneira, onde mora a família atacada, São Valentim e Capanema estão entre as comunidades mais visadas pelos ladrões. Até dezembro de 2015, a cidade ainda contava com três brigadianos, mas o número diminuiu com a aposentadoria de um deles. Santa Tereza, a 28 quilômetros de Bento Gonçalves, tem 1.781 habitantes, segundo a estimativa do IBGE. Gente que costuma deixar portas e janelas abertas, agora está apavorada. Máquinas de agricultores, roupas e até alimentos, como queijo e salame, estão entre os itens furtados e roubados. Pelo menos uma vez por semana alguma comunidade do interior é acuada por assaltos ou furtos. “Está todo mundo em pânico”, resume a secretária municipal da Administração, Loiri Ceriotti Andreola. SANTA TEREZA

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Crimes



Jorge Bengochea‎ para ORDEM, JUSTIÇA E LIBERDADE
ESTE CRIME COMPROVA QUE A JUSTIÇA CRIMINAL FALIU E QUE PRECISA ENDURECER. O sistema de justiça criminal não foi capaz de conter e nem de prender em flagrante a autora deste crime fútil e covarde e nem será será capaz de punir com rigor devido à vigência de leis permissiva, justiça leniente, eca não aplicado, ausência de fiscalização de menores em clubes noturnos e falta de policiais ostensivos nas ruas das cidades próximos aos eventos de grande porte.
ZERO HORA - A adolescente de 15 anos suspeita de ter matado a facadas Franciele Scholant, 14 anos, foi apreendida em sua casa na manhã desta terça-feira em Bagé, na Campanha. Após confessar novamente a autoria do crime em depoimento à Polícia Civil, a menina, que teve internação provisória decretada, foi encaminhada para o Centro de Atendimento Socioeducativo (Case), em Porto Alegre. As duas adolescentes estariam se relacionando com o mesmo garoto, também menor de idade, o que teria motivado o crime. O assassinato ocorreu em frente ao Clube Comercial, no centro da cidade, por volta das 4h30min do último domingo.
Menina de 15 anos teve o pedido de internação provisória decretado e foi encaminhada para a Case, em Porto Alegre
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Contratar mais gente ampliaria a dificuldade em pagar funcionários, afirma secretário da Fazenda


Contratar mais gente ampliaria a dificuldade em pagar funcionários, afirma secretário da Fazenda

17720192O secretário estadual da Fazenda, Giovani Feltes, reforçou nesta terça-feira (12) a posição expressada pelo governador José Ivo Sartori, em entrevistas recentes, de que o Estado não deverá fazer novas nomeações de servidores para a área da segurança no curto prazo. Em entrevista ao Gaúcha Atualidade, Feltes lembrou que o Estado não consegue arrecadar o suficiente para garantir o pagamento em dia dos servidores públicos. Neste sentido, contratar novos profissionais ampliaria a dificuldade do Poder Executivo para honrar a folha do funcionalismo.
“Talvez eu tenha que reforçar aquilo que o governador tem dito e reprisado. Nós não temos dinheiro para pagar os que estão na máquina publica hoje. O Estado não arrecada o suficiente para bancar. Então contratar mais gente ampliaria essa dificuldade”, explicou.
Giovani Feltes está em Brasília nesta terça-feira para tratar, junto ao Tesouro Nacional, sobre a renegociação da dívida do Estado com a União. A nova legislação foi regulamentada pelo governo federal e o Estado tem até o final do mês para decidir se aceita as condições impostas pela União, a fim de diminuir os juros que incidem sobre a dívida.
Questionado sobre se o Estado vai cumprir uma das exigências impostas (a de retirar a ação no STF em que contesta o contrato de renegociação), Feltes não informou qual a posição a ser tomada pelo Estado: “Ainda não discutimos sobre esse assunto”. Porém, deixou claro que o Poder Executivo fará um esforço no sentido de fechar acordo com a União.
Sobre a renegociação em si, e a possibilidade de se abrir mais espaço fiscal para o governo gaúcho (que poderia, então contratar novos empréstimos), Feltes alertou para a hipótese de o Tesouro Nacional passar a considerar o volume utilizado dos depósitos judiciais no critério de capacidade de endividamento. Se isso acontecer, o Estado já teria comprometido todo o seu espaço fiscal e não conseguiria firmar novos financiamentos.
“O Tesouro Nacional vem querendo incluir como endividamento a utilização dos depósitos judiciais. Aí ano teríamos espaço nenhum”, alertou.
GAÚCHA

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

ROSÁRIO DO SUL REGISTRA PRIMEIRA MORTE DO ANO. HOMEM É MORTO A FACADAS.



ROSÁRIO DO SUL REGISTRA PRIMEIRA MORTE DO ANO. HOMEM É MORTO A FACADAS.

Um homem de 32 anos foi morto a facadas na madrugada de sábado em Rosário do Sul. Segundo investigações da Polícia Civil, José Airton Pacheco Flores teria se envolvido em uma briga na saída de um baile para defender um amigo. Com esta morte, o município contabiliza o primeiro homicídio de 2016.
Conforme a delegada Karina Heineck, Flores estaria em uma festa que acontecia no Clube do Coroa com a namorada. Por volta das 4h30min, o casal estava indo embora, quando se deparou com uma briga generalizada que ocorria na frente do estabelecimento. Segundo informações de testemunhas à polícia, Flores teria tentado defender um amigo que estaria sendo agredido. Ele foi atingido com seis golpes de faca.
A namorada pediu ajuda de um amigo e eles encontraram a vítima caída em uma rua do bairro Progresso. Eles o levaram até o Hospital de Caridade Nossa Senhora Auxiliadora, onde já teria chegado sem vida. Flores era solteiro e tinha um filho. Ele foi sepultado na manhã deste domingo, no Cemitério Municipal São Sebastião.


domingo, 10 de janeiro de 2016

Em gravação, traficante afirma ter matado Amarildo para incriminar policial






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Em gravação, traficante afirma ter matado Amarildo para incriminar policial

Delegado revela ao site de VEJA existência de interceptação telefônica na qual um bandido, chamado de Catatau, declara ter assassinado o pedreiro para que a culpa fosse atribuída a um PM que agia infiltrado entre traficantes da Rocinha. Reportagem não obteve cópia da gravação

Por: Leslie Leitão, do Rio de Janeiro - Atualizado em
Desaparecimento de Amarildo na Rocinha é investigado pela Divisão da Homicídios
Desaparecimento de Amarildo na Rocinha é investigado pela Divisão da Homicídios(Alessandro Costa/Agência O Dia/VEJA)
Uma interceptação telefônica, atualmente em poder da Justiça, pode ajudar a Divisão de Homicídios (DH) da Polícia Civil do Rio a ter pistas sobre o paradeiro do pedreiro Amarildo de Souza, de 42 anos, vítima do desaparecimento mais comentado atualmente no Brasil. A conversa foi gravada pelo setor de inteligência da 15ª DP (Gávea), e envolve o traficante identificado apenas pelo apelido de Catatau e um policial militar da UPP da Rocinha. O PM, chamado de Avelar, trabalhava infiltrado na quadrilha com autorização judicial. No diálogo, o traficante diz ter "matado o Boi" para fazer com que a culpa recaísse sobre este policial especificamente. Boi, segundo a polícia, é o apelido que Amarildo tinha entre os traficantes da Rocinha.
A reportagem do site de VEJA não teve acesso à gravação, feita em 17 de julho, quatro dias depois do início da operação Paz Armada, que resultou na detenção de mais de 30 suspeitos de tráfico. O delegado Ruchester Marreiros, responsável direto pelo trabalho de investigação e que na semana passada foi transferido de delegacia, recusou-se a falar especificamente sobre o que ele classifica como "ação controlada" (que no linguajar jurídico significa que o agente da lei estava infiltrado com aval do Ministério Público e de um juiz para receber dinheiro e parecer aliado do tráfico). Marreiros, no entanto, admite a existência da gravação e o teor do material. "Realmente existe o grampo em que esse Catatau liga para o 'ação controlada' e fala algo do tipo: 'Aí, filho da p... Pegamos teu X-9 (informante). Matamos o Boi e vamos colocar na sua conta'. Boi, segundo as nossas investigações, era o apelido do Amarildo", afirmou o delegado.
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Leia mais: Policiais militares depõem sobre o desaparecimento
As suspeitas sobre a ligação de Amarildo com o crime não são novas - tampouco partem apenas de policiais. O fato é que o caso, independentemente da ficha criminal da vítima, mostra como é corriqueiro o desaparecimento de pessoas no Rio de Janeiro, seja por obra de traficantes ou, o que é pior, por agentes da lei. O caso Amarildo seria apenas mais um registro sem importância para a polícia, mas ganhou notoriedade por uma coincidência: seu desaparecimento, há 25 dias, coincidiu com o momento de ebulição nas ruas e pegou carona nas reivindicações que, no Rio, têm o governador Sérgio Cabral e a PM como alvos principais.
Em entrevista à rádio CBN, na manhã desta quinta-feira, Marreiros afirmou que tanto Amarildo como a mulher, Elizabete Gomes da Silva, a Bete, eram envolvidos com a quadrilha que domina as bocas de fumo da Rocinha. O delegado ainda apresentou um vídeo no qual uma testemunha afirma ter sido espancada na porta da residência do casal. A vítima disse ainda que o imóvel era usado por traficantes para sessões de tortura. "Nada justifica o fato de o Amarildo ter desaparecido. Mas também não se pode ignorar que a vítima em questão fazia parte do crime organizando, inclusive guardando material do tráfico em casa", disse Marreiros.
Infiltrados - Para entender a trama sobre a qual a gravação levanta suspeitas - digna, diga-se, dos melhores filmes policiais -, é preciso voltar quatro meses no tempo, quando uma das equipes de policiais foi trabalhar infiltrada no tráfico. O grupo era comandado por um jovem soldado, o PM Avelar. Com o pretexto de que aceitaria receber propinas para deixar as bocas de fumo funcionarem durante seus plantões, o policial conseguiu se aproximar e ganhar a confiança de um dos homens que controlam a região atualmente, Luiz Carlos da Silva, o Djalma. O site de VEJA apurou que a equipe de Avelar passou a frequentar até mesmo bares e festas onde os traficantes se divertiam na favela. E todo o dinheiro que recebia do tráfico (o chamado 'arrego') era apreendido oficialmente no inquérito, que corria em segredo de Justiça na delegacia da área.
A falsa intimidade era tão grande que os PMs deixavam que os traficantes manuseassem seus fuzis. Nem todos, no entanto, gozavam da mesma confiança dos bandidos. "Todos eram aceitos. Menos um soldado da equipe, que uma vez se recusou a emprestar o fuzil. Criou até um clima ruim, mas depois ficou tudo resolvido", explica um oficial da PM que teve acesso às filmagens produzidas pela equipe infiltrada. De acordo com as informações obtidas pela própria UPP, o bandido conhecido como Catatau estava desconfiado da íntima relação entre o chefe Djalma e a equipe do soldado Avelar. "Teve um dia que a equipe do Avelar ficou cercada na Rua 2 (localidade da favela) e tivemos de resgatá-los de lá. Era o grupo do Catatau tentando matá-los", afirma um cabo da UPP da Rocinha.
Desaparecimento - A gravação telefônica e a existência do traficante Catatau são apenas peças novas e isoladas em uma investigação que, desde o início do sumiço de Amarildo, caminhou pouco. Mas o que se sabe, até agora, compromete a Polícia Militar. Entre as raras certezas do caso, duas depõem contra a corporação: o sistema de câmeras, criado para vigiar as ruas da favela contra os bandidos e dar transparência à ação da polícia, estava desligado na noite de 14 de julho, quando a vítima sumiu; e também não funcionava o GPS da viatura que transportou Amarildo - outro item que serve para evitar que, em casos como o de agora, os policiais sejam acusados injustamente. As buscas, até agora, não encontraram qualquer vestígio de Amarildo.
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Beltrame diz que é cedo para culpar a PM​
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Crime
Polícia Militar
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Adolescente de 15 anos confessou ter matado jovem de 14 em Bagé, diz polícia



Jorge Bengochea‎ para ORDEM, JUSTIÇA E LIBERDADE
TIRAR VIDAS JOVENS POR VINGANÇA ESTÁ SE TORNANDO BANAL E OS ASSASSINOS NEM FICAM PRESOS. Realmente, vivemos no país da impunidade, do criminalidade, da violência....
CORREIO DO POVO, Rádio Guaíba - A Polícia Civil busca indícios que possam elucidar o homicídio de uma adolescente de 14 anos, assassinada nessa madrugada no centro de Bagé, na Campanha. O delegado Luis Eduardo Benites trabalha com a hipótese de vingança, baseado em relatos de testemunhas e de uma menina de 15 anos, que, segundo a polícia, confessou o crime. O policial explica que a vítima havia retomado o relacionamento com o ex-namorado que, nesse intervalo, se relacionou com a jovem que admitiu o assassinato. Apesar das provas já colhidas, a menor permanece em liberdade, já que não houve flagrante. Benites explica que ambas marcaram um encontro na rua, após uma festa, em frente ao Clube Comercial. A menina levou quatro facadas, conforme o registro policial. A investigação tenta apurar se alguém ajudou a suposta autora do crime.
Delegado com a hipótese de vingança, baseado em relatos de testemunhas
correiodopovo.com.br

BM de Gravatai



Mulher é presa com veículo roubado na São Marcos em Gravataí
Policiais Militares da 3º Cia do 17ºBPM, no Domingo (10/01), ás 10hs, na Rua Vitor Barreto, Bairro São Marcos, em Gravataí, prenderam Gabriela A.V., 20 anos, sem antecedentes criminais, logo após receber denúncia que havia um veículo roubado no interior do pátio de uma residência. No local os Policiais localizaram um veículo Ford/Fiesta, de cor preta. Na residência estava Gabriela, que se identificou como proprietária do veículo, apresentando aos Policiais documentos, bem como uma procuração de compra e venda. Ao verificar a situação, os Policiais constataram que o veículo estava com placas clonadas e que havia sido roubado em setembro de 2015, na cidade de Porto Alegre. Em analise ao documento de compra e venda, constatou-se que a assinatura do suposto antigo proprietário, é um tanto diferente da que consta no sistema de consultas. A mulher foi encaminhada á DPPA em Gravataí, autuada em flagrante pelos crimes de receptação, adulteração de sinal identificador e falsificação de documentos públicos e recolhida à Penitenciária Feminina Madre Pelletier.
17º BPM/Assessoria de Comunicação Social
Rua Dr. Luís Bastos do Prado, 901, Centro, Gravataí/RS
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sábado, 9 de janeiro de 2016

A DOR DE UMA PERDA

 
Jorge Bengochea‎ para ORDEM, JUSTIÇA E LIBERDADE
 ·
A DOR DE UMA PERDA PARA O CRIME...
ZERO HORA. Por: Jaqueline Orgler Sordi 09/01/2016 - 05h51min - A cena ocorreu em um evento da prefeitura. Na manhã de quinta-feira, em frente ao Paço Municipal, autoridades se concentravam para uma coletiva de imprensa. Jornalistas e curiosos se reuniam para ouvir as novidades. A alguns passos dali, um homem, pés descalços, calção sujo, costelas à mostra e barba malfeita, caminhava em direção ao evento.
Deveria ser apenas mais um curioso. Lentamente, estendeu um pequeno tapete amarelado e sentou-se na escadaria do prédio. Mal pôde acomodar o fraco quadril no chão. Agentes da EPTC apareceram e solicitaram — ou exigiram — imediatamente a sua retirada.
Não cabia o contraste. Sem se dar conta, ele havia sentado em um local estratégico. Apareceria na foto, ao lado das autoridades, que naquele dia divulgavam e comemoravam uma redução histórica no número de mortes no trânsito da Capital.(...)
Este homem, calção sujo, costelas à mostra e pés descalços, chama-se Nei da Cunha, 44 anos. Motorista aposentado, há quatro vive na rua. Saiu de casa e foi sobreviver como uma "folha seca, que é levada pelo vento", por não aguentar a dor de perder um filho. Anos antes, o jovem, que recém comprara um carro, foi vítima de um assalto, em Porto Alegre. Tentou reagir e foi morto. A lembrança traz lágrimas aos olhos do morador de rua, que não se contém e grita por ajuda. Uma ajuda para sua alma. Muito mais que para seu corpo. Os gritos, entretanto, são imediatamente silenciados pela indiferença dos demais. Estes estão concentrados em aplaudir os balões brancos soltos pela prefeitura em comemoração às vidas salvas no trânsito. Ironia? Talvez. E da pior espécie.
Repórter Zero Hora
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quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

CLIPPING DA BRIGADA MILITAR DO RS






                                                   ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA
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          CLIPPING DE QUARTA-FEIRA,

 06 DE JANEIRO DE 2016

  



FRANKENSTEINIZAÇÃO 1,2 (INFORME ESPECIAL, PÁGINA 4) No desespero provocado pela insegurança, tem gente querendo transformar as guardas municipais em novas brigadas militares. Um perigo. É assim que se criam monstrengos administrativos e bombas que explodirão no futuro. A solução mais óbvia, mais barata e mais eficiente é investir na Brigada Militar e na Polícia Civil, corporações vocacionadas e legalmente amparadas para as funções que exercem. O resto é puxadinho e tentativa de empurrar mais uma conta para os municípios.

BALDE DE ÁGUA FRIA (POLITICA +, COLUNA DE ROSANE DE OLIVEIRA, PÁGINA 10) Má notícia para os gaúchos que esperam ver mais brigadianos e policiais nas ruas e para os aprovados em concursos públicos em diferentes áreas: não há perspectiva de nomeações a curto prazo.– Se não consigo pagar quem já está na máquina, como é que vou botar mais gente para dentro? – perguntou o governador José Ivo Sartori, entrevistado ontem à noite no programa Frente a Frente, da TVE. O governador reconheceu que os problemas da área de segurança são graves, que o número de aposentadorias é elevado, mas não deu prazo para nomear os já aprovados. – Em algum momento, teremos de fazer nomeações para a área de segurança – foi o máximo que Sartori disse sobre a reposição de policiais civis e militares que estão se aposentando. Em 2015, os pedidos de aposentadoria de policiais civis e militares aumentaram quase 50% em comparação com 2014, resultado do corte de horas extras e de incentivo à permanência na ativa. Ao fazer o balanço de 2015, Sartori destacou a aprovação de projetos que terão repercussão a médio e longo prazos, como a aposentadoria complementar e a Lei de Responsabilidade Fiscal. Disse que sua maior conquista é “plantar uma semente e fazer o que precisa ser feito”.



terça-feira, 5 de janeiro de 2016

BLOG DO ALUIZIO AMORIM: É BOMBA! EMAILS APREENDIDOS PELA PF REVELAM QUE MA...



 JORNAL FOLHA DA CLASSE



BLOG DO ALUIZIO AMORIM: É BOMBA! EMAILS APREENDIDOS PELA PF REVELAM QUE MA...: O site O Antagonista anota a seguinte informação: O juiz Sérgio Moro retorna do recesso judiciário para reassumir o comando da Lava Jato n...

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 05 DE JANEIRO DE 2016

  



VIAGEM SEGURA REDUZ TESTES COM BAFÔMETRO (PÁGINA 17) Divulgados ontem pelo Departamento Estadual de Trânsito (Detran), os números da Operação Viagem Segura apontam que os motoristas que dirigiram embriagados no feriadão de Ano-Novo tiveram o caminho mais livre em relação ao ano anterior – foram 249 testes por dia com bafômetro neste Réveillon, contra 593 em 2015, redução de 58%.Isso ocorreu por causa da diminuição do efetivo nas estradas, principalmente da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Houve uma mudança de estratégia do Detran, que baseia-se na queda do número de acidentes fatais para defender o trabalho de fiscalização dentro da nova lógica.Os dados do órgão mostram que morreram cerca de 300 pessoas a menos (15%) nas vias urbanas e rodovias estaduais e federais em acidentes durante 2015 na comparação com 2014. Para o diretor institucional do Detran, Rossano Gonçalves, a fiscalização, mesmo que reduzida, é feita de forma inteligente: “Em todos os feriadões, tem caído o índice de abordagens e, por consequência, dos testes de etilômetro. Não faço nenhuma crítica porque a realidade está posta. Diminuiu o efetivo, especialmente da PRF. Com isso, alteramos a estratégia. Se a PRF atacar veículos de forma aleatória, deixará de ter presença ostensiva e controle de velocidade com radares móveis”. A falta de pessoal fez Detran, Comando Rodoviário da Brigada Militar (CRBM), PRF e outros órgãos focarem nos quilômetros mais críticos das rodovias e em horários como a largada do feriado e as chegadas e saídas de festas. Ao todo, 1,2 mil motoristas foram parados nas ruas, avenidas e estradas no Estado entre quarta-feira e domingo. A queda impactou na quantidade de flagrantes de condutores bêbados. Nos cinco dias de operação, 123 motoristas receberam multa por estarem alcoolizados, o que representa 25 autuações por dia – em 2015, a média diária foi de 30. Até o domingo, 54 pessoas foram levadas à delegacia. “Fornecemos todos os números para o CRBM e para a PRF dos pontos onde ocorrem mais acidentes. Focamos no começo das viagens, e as ações são complementadas pelas polícias”, explica Gonçalves. Iniciada em novembro de 2011, a operação é um esforço conjunto das autoridades de trânsito que busca prevenir acidentes nas estradas nos feriadões e datas de especial movimentação de veículos.Para este ano, os organizadores apostam em uma campanha educativa, que deve se estender até depois do Carnaval. Peças para rádio, mídia externa e internet levam aos motoristas mensagens de prevenção que apelam para o desejo do condutor de continuar aproveitando estas e outras férias no futuro, junto à família e aos amigos. RODOVIAS ESTADUAIS

TRÊS MORTES NAS ESTRADAS (PÁGINA 18) Pelo menos três pessoas morreram em acidentes de trânsito ontem no Estado. No início da tarde, um casal morreu em um acidente no km 92, próximo ao trevo da RS-344, em Santo Ângelo, na Região das Missões. Houve uma colisão frontal entre um Corolla, com placas de Passo Fundo, e um caminhão da empresa Dinon, de Horizontina. As informações são da Rádio Gaúcha. Conforme a Brigada Militar, o motorista do carro morreu no local. A passageira chegou a ser conduzida ao Hospital de Santo Ângelo, mas não resistiu aos ferimentos. As vítimas foram identificadas como Sérgio Jabelufa, 42 anos, e Letícia Salapata Milanesa, 31 anos, ambos naturais de Guarani das Missões. Perto das 18h, o trânsito era desviado no trecho para remoção dos veículos. Por volta das 14h30min, a BR-290 ficou bloqueada nos dois sentidos devido a um acidente envolvendo três caminhões que resultou na morte de uma pessoa. O caso ocorreu no km 143, em Eldorado do Sul. O trecho é de pista simples e fica na região de Parque Eldorado próximo a Arroio dos Ratos. Ainda não há confirmação sobre as circunstâncias do acidente. Três horas após a colisão, o trânsito foi liberado.

TRÊS SUSPEITOS DA MORTE DE PM SÃO IDENTIFICADOS (PÁGINA 19) A Polícia Civil identificou mais três suspeitos de envolvimento na morte do policial militar Maysson Fagundes da Silva, 27 anos, durante o Réveillon, em Tramandaí, no Litoral Norte. De acordo com o delegado Paulo Perez, que investiga o caso, o grupo pode chegar a até 10 pessoas. Os nomes não foram divulgados para não prejudicar as investigações. Nelson José Paiano, 19 anos, foi preso temporariamente na sexta-feira, em Alvorada. Em depoimento à polícia, negou participação no crime. O jovem alega que não passou a virada do ano no litoral e afirma ter testemunhas e vídeo para comprovar que não estava na cena do crime. Ontem, Perez ouviu diversas testemunhas a favor de Paiano. No entanto, o depoimento das pessoas que acompanhavam o policial militar no dia da morte foi adiado para hoje, e deve acontecer em Porto Alegre. Elas teriam condições de fazer o reconhecimento do jovem e esclarecer a situação. “Ainda não podemos divulgar nem de onde seriam esses suspeitos. Mas, a partir da prisão deles, queremos chegar a outros envolvidos. O caso dele (Paiano) está sob análise. Pode ser que ele seja liberado”, afirma o delegado. Os três novos suspeitos foram identificados por meio de uma foto publicada em uma rede social durante o Ano-Novo. A identificação dos outros homens aponta outra linha de investigação, a de que Maysson tenha sido vítima de uma desavença. A hipótese de vingança perdeu força, mas não foi afastada. “Vamos conferir se os novos suspeitos tiveram alguma relação com o PM antes. Ainda não sabemos. Por isso, não descartamos”, diz Perez. O delegado afirma que vai solicitar a prisão temporária do trio nesta semana. Maysson foi morto com um tiro na cabeça na madrugada de sexta, em Tramandaí. O crime ocorreu na Avenida Beira-Mar, por volta das 3h30min. O PM estava de folga e viajou para passar as festas de fim de ano. Durante a comemoração de Réveillon, Maysson teria dito aos amigos que um dos homens havia sido preso por ele em uma ocorrência de roubo de veículo, registrada em Alvorada em novembro de 2015. Ele integrava o 11º Batalhão da Polícia Militar, na Capital. TRAMANDAI

NENHUM POLICIAL VIGIAVA CADEIA QUANDO DETENTOS FUGIRAM (PÁGINA 19) Imagens feitas por um preso e divulgadas nas redes sociais mostram que não havia nenhum policial na guarita próxima ao local onde três detentos escalaram, pularam e fugiram da Penitenciária Industrial de Caxias do Sul (PICS). Investigações preliminares apontam que o policial que estava naquela guarita saiu para buscar um rádio quando houve a fuga. A Brigada Militar abriu sindicância sobre o caso. O procedimento deve ser concluído em cerca de 20 dias. O preso que filmou a fuga foi identificado ontem. O vídeo foi feito pela janela de uma das celas. Segundo a Superintendência de Serviços Penitenciários (Susepe), o aparelho estava na cama do preso. O nome dele não foi divulgado para não prejudicar as investigações, mas ele será transferido e responderá a processo disciplinar. Ariovaldo Bopsin da Silva, 42 anos, Lamartine Nixon Pereira, 47, e Everton Ribeiro Zotti, 32, ainda não foram recapturados. A falta de efetivo e o corte de horas extras foram motivos alegados pela BM para justificar a fuga. Segundo o subcomandante do 12º Batalhão de Polícia Militar, major Emerson Ubirajara de Souza, só esporadicamente são escalados para o serviço seis PMs (um para cada guarita existente no local). CAXIAS DO SUL




NÃO ADIANTA PRENDER SÓ PICHADOR (Artigo assinado pelo jornalista HUMBERTO TREZZI, página 20) Virou um acirrado debate nas redes sociais a ideia de colocar os guardas municipais a patrulhar as ruas contra os ladrões – proposta feita pelo atual secretário da Segurança Pública, Vantuir Jacini, para driblar a carência de PMs. O prefeito de Porto Alegre, José Fortunati, e o vice, Sebastião Melo, mostram-se pouco inclinados a incumbir seus guardas de tarefa semelhante à da Brigada Militar. Argumentam que já há serviço que chega para a missão original deles, que é guarnecer prédios e parques públicos. Já muitos internautas adoraram a ideia e querem que os guardas prendam criminosos, como a BM e a Polícia Civil já fazem.Nesse debate, eu tenho lado. Acho que é mais que hora de a Guarda Municipal atuar com vigor contra o crime em geral, não apenas contra delinquentes que atuam com menor potencial ofensivo. Em resumo, não adianta prender só pichador ou vândalo. A população implora que o poder público use de todos os seus meios para conter a onda de crimes que assola o país. E isso inclui as esferas federal, estadual e – por que não? – municipal. Guardas municipais, em várias cidades do Estado, há anos usam armas. Ganharam em 2014 uma lei que prevê que façam uso do poder de polícia. Somadas, as duas iniciativas transformam eles em policiais (de fato). Não custa lembrar que nos Estados Unidos as polícias são, majoritariamente, municipais. Por que não ajudarem com mais vigor a BM na dura tarefa de policiar as ruas? Por acaso impedir grafitagem em muros ou quebra de janelas em escolas é mais nobre do que ajudar cidadãos vítimas de assalto?Lógico que os guardas já trabalham, e muito. Estatísticas da prefeitura porto-alegrense mostram que, desde que foi inaugurado o Disque-Pichação (em 2006), foram registradas cerca de 1.780 ocorrências de vandalismo. A Guarda Municipal deteve mais de 400 pichadores em flagrante desde então, sendo que, desses, 90 eram adolescentes infratores, apreendidos em flagrante. Lógico também que não prendem só pichadores: dia desses, prenderam no Parque Farroupilha um foragido catarinense, evitaram um assalto no Partenon e um estupro na orla do Guaíba, como fui informado. Tudo bem. Mas nós, moradores do Rio Grande, queremos mais. Se os guardas municipais já existentes atuassem sempre contra crime em geral – não só na proteção de áreas públicas – seriam 2,6 mil agentes a mais a fazer a segurança pública. Vai sobrecarregar as prefeituras? Talvez, mas a população saberá agradecer ao governante que tomar essa iniciativa.